o fantástico mundo de bob
quinta-feira, novembro 27, 2003
 
Visita

A caríssima Fernanda Wendell, amiga de São Paulo, virá ao Rio na semana que vem... Muitas saudades, querida Fernanda. Vamos derramar um chope para comemorar o reencontro. E vou arrumar um tempinho para assistir ao filme do Bruno neste fim de semana. Abraço e seja bem-vinda à Cidade Maravilhosa (que, como disse uma vez, continua com cheiro de merda no ar).


 
Expressão do momento

"Ao arrepio da lei". Gostaram? Pois eu também. Ao entrevistar na quarta-feira passada o presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, ouvi pelo menos três vezes essas palavras... "Fulano contratou sicrano ao arrepio da lei". Vou usar de forma contumaz tal declaração jurídico-retumbante na minha caminhada no mundo do Direito (especialmente no verão que se aproxima).
 
Bob verga, mas não quebra

Risos, muitos risos... Nada como um dez numa prova surreal para aliviar a tensão. Hoje foi o dia crucial do ano para mim. Fui submetido, na faculdade, ao único exame que poderia me lançar no inferno da Prova Final da Estácio. E antes que os amigos pensem estar eu numa fase de decadência intelectual, explico: na primeira prova de Economia Política, tirei sete, apesar de haver estudado seriamente. Ocorre que o professor Benjó instaurou o império da mediocridade naquela classe. Fez uma prova toda objetiva, com questões de verdadeiro ou falso e de correlacione, eivadas de pegadinhas. Partiu do pressuposto de que só havia idiotas entre seus alunos...

Pois bem, desta vez fui prevenido. Não estudei quase nada, exceto um questionário macetoso com 25 questões que ele havia passado na última aula. O que não adiantou muito. Logo ao entrar na sala, ele foi advertindo: quem havia estudado somente pelo questionário ia se ferrar na parada. Percebi que com o Benjó não tem comédia na fita ao ver as questões. Dos dez V ou F (cada um valia um ponto), eu só sabia a resposta de quatro com certeza. Tinha uma noção de outras quatro questões e as duas restantes, confesso, ignorava completamente o teor delas. E eu precisava tirar sete novamente, pelo menos, para não ir à PF.

Fiz a prova em dez minutos. Joguei prá galera mesmo. Achei que ia me foder de verde e amarelo. Ao me chamar para receber a nota (ele corrige na hora mesmo), perguntou-me o professor: "Estudou muito?". Aí, pensei: "Pronto, lá se vai minha marra ancestral." Respondi secamente, com certo ar de desdém: "Não". Qual o quê! Tirei dez... Ha, ha... É. Certas coisas nunca mudam.

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